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O meme dos presentes (sobre os piores agasalhos)

O meu científico de referência meteu-me num meme sobre os piores presentes/agasalhos já recebidos. Já responderam a jornalista do Partido e o jornalista do Grupo, faltando apenas o blogueiro mais modesto mais, e cito textualmente, «o jornalista que fai país» (chegou-me à alma, Fer!).

Bom, a verdade é que eu sempre fui bom de contentar, e também é certo que nunca desprezei um presente, por perralheiro que fora. Contudo, remexendo bem no baú da minha memória dei com alguns exemplos de agasalho que bem podiam ter ficado na mão de quem mos deu :p

  • Quadro de pintura oleosa sobre lenço com o escudo do Real Madrid. Agasalho feito com carinho e artesanalmente por uma mãe totalmente desconhecedora dos gostos futebolísticos do seu primogénito.
  • Jaqueta e camisa horríveis de uma madrinha com boa intenção, mas duvidoso gosto (pior que o do afilhado, e com isso fica tudo dito ;)).
  • Sapatilhas caseiras com forma de cabeça de cadelinho. Eram lindas e cómodas, mas não o presente que se aguardaria de um tio em primeiro grão que se via por segunda (e penúltima) vez no que se leva(va) de vida. [Nota: não morreu, não, é que vive a mil e pico quilémtros daqui :D]

E agora estendo o meme este para o continuador da saga dos Anllo, uma europeísta convencida e o grande caricaturista nacional.

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Quanto custa “fazer país”? [I]

Com este post inicio uma série de artigos nos quais pretendo dar conta do custo económico que tem fazer país (por não falarmos, nalguns casos, do custo familiar, político, etc.).

Fazer país com certo compromisso custa dinheiro, despesas cuja soma conjunta pode resultar desorbitada, mas em boa parte dos casos perfeitamente assumível mediante o simples reordenamento da nossa escala de prioridades.

Como com demagogo e prosélita que sou, inauguro esta série de artigos falando de quanto custo fazer país apoiando o Novas da Galiza.

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Conselhos parvos e úteis [I]

Queres fazer um pedido a um telefone fixo. Não sabes o número, mas está anotado na agenda do teu telemóvel. Consultas o número, discas no telefone fixo, fazes o telefonema, dizem-che que o pedido tardará trinta minutos e pronto. Ora, passam os minutos e, como não sabes a quê hora tinhas chamado, não sabes quanto se passa para  o fim do prazo. Horror!

Podias tê-lo evitado

Esta incómoda situação podias tê-la solucionado  com um procedimento do mais simples: à hora de consultares o número, prime a tecla de marcação e depois colga. A maior parte dos telefones actuais terão anotado a hora na que marcaste esse número, mesmo que não tenhas dado tempo de que soara algum tom. Se justo depois voltas consultar o número e o discas no fixo, terás como referência no teu telemóvel a hora na qual estás a realizar a operação. São três simples passos que não che levarão nem um só minuto e che permitirão levar boa conta do tempo.

Recapitulamos

  1.  Consulta o número na agenda do telemóvel.
  2. Prime o botão de chamar (sobre esse número, é claro) e imediatamente depois colga.
  3. Volta consultar o número e digita-o no telefone fixo.
  4. Realiza o pedido.
  5. Como todo isto não che levará mais de um minuto, na memória de telefonemas do teu telemóvel figurará a hora na qual iniciaste a solicitude do pedido, com uma margem de erro de +- 1 minuto.

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Qual é a tua sobremesa favorita?

leite frito | flã | freijó | iogur | tiramisu | filhó | torta (várias)

Polo colesterol e a hiperglicemia (sobretudo agora que se aproxima o Entruido), faz nos comentários a tua achega :)

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Actualizando o blogue. Problemas?

Agora mesmo acabo de actualizar este blogue e alguns dos plugins instalados. É possível que durante o processo ocorrera algum erro, como dificuldades para deixar comentários. Se detectardes alguma incidência, agradeceria-vos um correio-e para caminhoscruzados em gmail.com para procurar uma solução.

Obrigado.

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Jantar ‘pasquineiro’

Hoje há exactamente dous domingos (o 16 de Dezembro) que teve lugar um cordial, engraçado e prestoso jantar (no sentido galego: a comida do meio-dia) pasquineiro no restaurante compostelano São Clódio. A ementa, essencialmente churrasco :) Cá vos deixamos um pequeno testemunho gráfico (cortesia da amiga Teresa)… devidamente ‘censurado’ para evitar o desnecessário acosso das legiões de fãs (quem nos dera! ;))

Nota: por certo, hoje cumpro aninhos. Vou-no passar com Araldeira na Chaira :))

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O primeiro de Abril vão os burros aonde não devem ir

Este titular, tão pouco anti-estacional (contrário à estação do ano na qual estamos, digo ;)) é para lembrar às galegas e galegos que lêem este blogue (e nem só: a todo o mundo aonde chegar a mensagem) que hoje, dia 28 de Dezembro, não é o dia galego das brincadeiras. Esse dia, dia da mentira, é o primeiro de Abril. Portanto, hoje, como o 6 de Dezembro, nada que celebrar.

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Cronologia do mal de olho da ‘irmandinha’

Nota: texto redigido minutos após o fim do jogo.
  1. Após a derrota contra o Real Madrid, o técnico do F. C. Barcelona, Frank Rijkaard, proíbe Samuel Eto’o jogar com os Camarões contra a Galiza.
  2. O concurso inspirado por Vieiros e secundado pola CRTVG para escolher um nome ‘familiar’ para a equipa opta por chamá-la de irmandinha. Um nome tão belo e cheio de reminiscências históricas como pouco original.
  3. O técnico dos Camarões, um alemão cujo nome não lembro agora, anuncia que não pensa deslocar-se até à Galiza para treinar os seus pupilos. Após mentidos e desmentidos, o técnico aparece para dirigir os leões indomáveis contra os irmandinhos.
  4. Minutos antes de começar o jogo, os atletas camaroneses protagonizam um motim: negam-se a jogar até a sua federação lhes concretizar as primas pola próxima Copa de África. Desconcerto e incredulidade entre os torcedores galegos, aficionados do desporto em geral, meios de comunicação, autoridades, etc. Afinal o jogo começa com hora e meia de demora.
  5. O jogo finaliza com empate a um golo (1—1). Os dous golos, de grande penalidade.O futebol brilhou, em linhas gerais, pola sua ausência, mas tendo em conta as circunstâncias

Em linhas gerais, o futebol brilhou pola sua ausência neste jogo, mas ao menos logrou-se algo importante: dar a cara apesar das adversas circunstâncias, manter o tipo frente uma equipa poderosa e continuar invicta no seu terceiro duelo internacional. Mágoa só que os jogos da nossa selecção só sejam, por enquanto, uma vez ao ano. Oxalá que com mais compromisso por todas as partes implicadas consigamos que a Galiza possa jogar mais encontros amigáveis por ano mentres que não se logre o pleno direito a competir de jeito oficial. Potencial e qualidade há, com certeza.

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