Archive for impaís
Abril 16, 2008 at 10:46 · Escrito em a lusocousa, impaís, linguados, politiqueio · a choutar!
O galego para Anxo Quintana…
Anxo Quintana dixit: «¿Para que serve o galego? ¿E para que serve unha nai de 82 anos, con párkinson e incapaz de moverse? Coidámola para que viva o mellor que poida porque é a nosa nai. Pois o galego coidámolo porque é noso e por principios».
… e o galego para os reintegratas:

Notável diferença :D!!
NOTA: post inspirado por e dedicado ao Miguel, o Suso, o Píchi, o Ramom, o João e o Eduardo.
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Etiquetas: anxo quintana, as comparações são odiosas, lei de berto, reintegratas
Março 27, 2008 at 16:05 · Escrito em colectivos, impaís · a choutar!
Segundo explica GZNación mediante uma informação que lhe forneceu o Movimento polos Direitos Civis (MpDC), qualquer persoa com um auto-colante “GZ” no seu carro pode estar a ser agora mesmo objecto de investigação por uma suposta vinculação com o Movimento de Libertação Nacional Galego, o «segundo mayor problema de terrorismo en España».
A seguir destas afirmações, o informe (supostamente procedente da Guardia Civil) utiliza uma infografia cotrosa para tratar de vincular entre si e com este suposto movimento uma série de colectivos do mais heterogéneo, as mais das vezes mesmo discrepantes e enfrentados entre si.
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Etiquetas: benemérita, guardia civil, MLNG, movimento de libertação nacional galego, terrorismo
Março 14, 2008 at 8:16 · Escrito em colectivos, denúncia, impaís, linguados · a choutar!
A Sociedade Cultural Mádia Leva (lugueses eles :D) também se soma à campanha da Fundaçom Artábria para conseguir com que o Dia das Letras ‘09 seja dedicado ao professor ferrolano Ricardo Carvalho Calero.
Este facto lembra-me um outro que trazia eu à tona ontem em Chuza!. Reparem na imagem da direita. É um mural realizado pola Gentalha do Pichel entre a Faculdade de Filologia e a Residência Universitária do Burgo das Nações.
Pois bem, descia eu as escadas de diante de Filologia (em direcção a esse mural),
e polas mesmas escadas subia um grupo de gente, umas sete pessoas. Pois bem, uma deles azia um azeno para a sua esquerda (em direcção, pois, à esquerda também dessa imagem) e dizia: «esa calle de allí no tiene ninguna casa ni sale en ningún mapa».
Adivinham a qual rua se referiam? Pois é uma rua secundária e apenas de passagem e a qual apenas é transitada como acesso ocasional para Filologia ou o Burgo das nações, assim como para ir ao aparcadoiro de Filologia. Uma rua cujo nome não interessa a ninguém, pois o único relevante que há, o dito aparcadoiro, é conhecido como o “aparcadoiro de Filologia” e não “aparcadoiro da Rua X”. O único testemunho de que isso é uma rua de seu, e não prolongação de outra, é uma modesta placa colocada no exterior do edifício de Filologia, à suficiente altura como para passar despercebida e ser oculta quer pola sombra, quer polo brilho do sol. Essa rua fantasma e tão digna é a Rua de Ricardo Carvalho Calero (veja aqui).
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Etiquetas: dia das letras, fundaçom artábria, gentalha do pichel, mádia leva, mural, ricardo carvalho calero
Março 6, 2008 at 14:59 · Escrito em impaís, linguados · a choutar!
Um artigo do Alexandre Banhos (presidente da AGAL) que se publicou originariamente no PGL e recentemente em Vieiros deu-me uma ideia. E é que houve um leitor de Vieiros que reconheceu a sua dificuldade para interpretar um texto como o do Alexandre que estava escrito em galego, mas um galego que segue as normas reintegracionistas. Ao tempo, e talvez fruito da impotência, chamou de português esse galego (como se o outro galego não o fora) em tom despectivo.
Como solução à dificuldade propus-lhe o seguinte:
Colhe um processador de texto, copia e cola todo o conteúdo e dá-lhe a “procurar e substituir” (find and replace) “m ” por “n ” (substitui o -m final por um -n), “nh” por “ñ”, “mh” por “nh”, “lh” por “ll”, “j” por “x”, “ge” e “gi” por “xe” e “xi” e “ss” por “s”. Após o teres feito ficará um texto “genuinamente” castr… “galego”
Bom, pois a verdade é que o resultado ficou bastante aquelado :lol_tb: Eis uma pequena amostra:
Galego-AGAL
O Decreto do Galego no Ensino, é o primeiro dos mandatos que correspondem ao plano de Normalizaçom Linguística elaborado polo Partido Popular e abençoado coa unanimidade das demais forças políticas parlamentares. Esse Decreto sobre a língua nacional da Galiza no ensino, é um autentico desideratum que o PSOE desde o seu controlo da política educativa, de jeito muito fraco quer levar avante, de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante em galego, cousa muito curiosa. Nom existem perfis linguísticos para o professorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; também nom se exige ao professorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçom Pública da Galiza no seu sistema de acesso e desenvolvimento do seu trabalho, coa bençom sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçom som, nisso do galego, passar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços.
Galego-findreplace
O Decreto do Galego no Ensino, é o primeiro dos mandatos que corresponden ao plano de Normalizaçon Linguística elaborado polo Partido Popular e abençoado coa unanimidade das demais forças políticas parlamentares. Ese Decreto sobre a língua nacional da Galiza no ensino, é un autentico desideratun que o PSOE desde o seu controlo da política educativa, de xeito muito fraco quer levar avante, de aí que no ensino qualquer pode ser ensinante en galego, cousa muito curiosa. Non existen perfis linguísticos para o profesorado e para os centros no seu sistema de traslados e promoçons; tambén non se exixe ao profesorado que se cumpra o arigo 33 da Lei 4/88 da Funçon Pública da Galiza no seu sistema de aceso e desenvolvimento do seu traballo, coa bençon sindical, todo há que dizê-lo; e as normas internas da inspecçon som, niso do galego, pasar nos bicos dos pés nos seus incumprimentos maciços.
Acho que não são necessárias mais palavras :smile2_ee:
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Etiquetas: adaptação ortográfica, castrapo
Março 5, 2008 at 20:57 · Escrito em colectivos, de todo 1 pouco, impaís · a choutar!
Com este post inicio uma série de artigos nos quais pretendo dar conta do custo económico que tem fazer país (por não falarmos, nalguns casos, do custo familiar, político, etc.).
Fazer país com certo compromisso custa dinheiro, despesas cuja soma conjunta pode resultar desorbitada, mas em boa parte dos casos perfeitamente assumível mediante o simples reordenamento da nossa escala de prioridades.
Como com demagogo e prosélita que sou, inauguro esta série de artigos falando de quanto custo fazer país apoiando o Novas da Galiza.

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Etiquetas: economia, fazer país
Fevereiro 25, 2008 at 6:00 · Escrito em colectivos, criativo, impaís · a choutar!
Há tempo, aquando o nascimento de Tan Gallego como el Gallego (hoje, Galicia Bilingüe), fazia acto de aparição o sítio web Tan Gallego como el Gazpacho. Naquela altura não faltou quem pensara que esta último sítio web ia a sério com as suas mensagens totalitárias e fascistas quando, em verdade, se tratava de uma nova iniciativa ridiculista como havia tempo que não se via na Galiza.
Em todo o Blogomilho, decerto é o amigo Suso quem mais sabe da história e milagres do ridiculismo galego, polo que se quiserdes saber mais, apenas o tendes de contactar. Apenas, para quem não conheça, lembrar alguns dos nobres gloriosos combatentes caídos na luita do ridiculismo, nomes como FREAC (Frente Retranqueira Anti Colonial), CA-CA (Conspiradora Anti-Colonial Armada) ou, seguramente, a mais sucedida e conhecida VA-CA (Via Anti-Colonial Activa).
Pois bem, e voltando para o início do artigo, aos buenos y generosos de Tan Gallego como el Gazpacho uniu-se recentemente a Mesa contra el Libertinaje Lingüístico, uma explosión rojigualda que não deixará indiferente ninguém.

Nota final: sempre e em todo momento é de agradecer a leitura de um blogue não monotemático como o Made in Galiza, do amigo Séchu Sende, que, ao tempo, tampouco está isento de grandes momentos ridiculistas!!
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Etiquetas: ca-ca, freac, galicia bilingüe, mesa contra el libertinaje lingüístico, mesa por la libertad lingüística, movimento ridiculista de libertação nacional, tan gallego como el gallego, tan gallego como el gazpacho, va-ca
Fevereiro 6, 2008 at 15:21 · Escrito em colectivos, denúncia, impaís, património (i)material · a choutar!
O domingo da próxima semana, dia 17 de Fevereiro, haverá uma concentração nacional em Santiago de Compostela contra a destruição do nosso território. Premendo na imagem que pomos a seguir podeis conferir o cartaz original a tamanho grande. Tendes mais informações aqui e aqui.

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Etiquetas: ambientalismo, galiza não se vende, galiza non se vende, manifestação
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