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Archive for in/ex-cursões

De viagem por Mondonhedo

A passada sexta-feira fomos de excursão a Mondonhedo. Aproveitamos que por mor das férias a cidade estava mais tranquila do habitual para fazermos uma pequena imersão histórica, mas sem perdermos de vista os vestígios de modernidade (ou seria melhor dizermos modernice?).

Fizemos uma pequena reverência ao antigo vice-rei da Galiza,  vimos um curioso valado soqueiro, pisamos a praça onde Pardo de Cela perdeu a cabeça e vimos também a ponte onde a sua dona, Isabel de Castro, disque perdeu o tempo

Não nos faltou tempo tampouco para vermos algumas escassas amostras de irreverência (como por exemplo, a fotografia que ilustra o artigo)… tempo que, porém, nos faltou para visitarmos a Cova do Rei Centolo (ou Cintolo), em plena montanha de Argomoso.

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De viagem a Madrid

A passada quinta-feira fui a Madrid, capital do país vizinho, por motivos de trabalho. O título do artigo reflecte bem às claras o que se passou: fui de viagem a Madrid, mas não por Madrid. Noutras palavras, que à parte da T4 e do metro, pouco pude ver da cidade. Ora bem, do pouco que vi, algumas cousas era melhor não tê-las visto… mas é bom saber que existem para nunca nos relaxarmos.

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Conto erótico natalício de um Manneken Pis perdido pola Terra Chã

Quem lho ia dizer a este Manneken Pis quando foi adquirido em Bruxelas um 25 de Maio de 2006…

Nota: clicando na imagem abre-se uma janela de navegação para ver a galeria. A rodapé, por se acaso, figuram as ligações para o resto das imagens, ordenadas numericamente (sendo a de justo embaixo a primeira).

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Crónicas desde Bragança (e o Porto) [II]: um ‘gaguicídio’?

Passeava o passado sábado, dia 6 de Outubro, polo centro de Bragança quando vejo à porta de um snack-bar o seguinte letreiro: “GAGO NO POTE”. A piada é fácil e decontado se desenha o sorriso malicioso: ‘gaguicídio’? Terá acontecido algo ao nosso blogogastrónomo de referência? O seu blogue, por enquanto, parece que continua actualizando-se… ;-)

:: gago no pote

Nota: o letreiro pertence ao Snack-bar O Pote (também fotografado), mas ainda não consigo saber do significado exacto do menu… o que é que se cozinhava exactamente?

Crónicas desde Bragança (e o Porto) [I]

Entre a passada sexta-feira e o domingo estivemos aqui. Nos próximos dias irei postando fotografias e comentários sobre o (mono)tema. Para começar, uma pequena apresentação feita com o imageshack.


Bélgica e a ceia em galego

Segundo post consecutivo sobre Bélgica. Com efeito, é um Estado que namora, especialmente a sua capital, Bruxelas, talvez a verdadeira e única cidade europeia. Em Bruxelas praticamente todas as pessoas falam ao menos dous idiomas (francês e neerlandês/flamengo), e a maior parte (sobretudo nos comércios) costumam dominar três (francês, neerlandês/flamengo e inglês) e arranham também algum outro (geralmente alemão, italiano, português ou castelhano).

Numa ocasião com um grupo de companheiras e companheiros fomos cear a um estabelecimento equivalente às cafetarias-restaurantes para gente universitária. Éramos várias pessoas e pedimos a ceia em vários idiomas diferentes, a saber: dinamarquês, alemão, francês, inglês… e galego.

Não se tratava apenas do nome dos pratos, mas também das bebidas e da sobremesa, quantidades, etc. No meio dos risos das pessoas que nos atenderam, engraçadas com a stiuação, e também entre os nossos próprios risos, tudo foi servido à pessoa indicada, sem falhas, com sal ou sem sal, com molho ou sem ele, com tal ou qual mudança de ingrediente. Tudo perfeito e sem que tivéssemos de fazer aclarações adicionais.

Alguém consegue imaginar algo similar na ‘plural’ Espanha, que se pedes algo num idioma que não seja castelhano a melhor reacção pode ser uma cara de surpresa, quando não de nojo? Na mesma Espanha onde a reacção mais habitual para não-falantes da língua cervantina é «no entiendo» / «habla castellano»?

Incursão polo Castro de Vila Donga

:: castro de vila dongaNa passada ponte fomos de excursão/incursão pola Terra Chã profunda, às raízes de Uz. Uma das paragens que visitamos foi o castro de Vila Donga, que recebe o nome da freguesia castreja homónima. O castro começou a ser escavado em 1971, e periodicamente continuam nele os trabalhos arqueológicos, como foi o caso do dia em que o visitamos e como se pode comprovar nos precintos que se vem nas fotografias.

Ao pé do castro há um museu arqueológico, um dos mais importantes da Galiza no que respeita à arqueologia castreja. A visita, para lá de gratuita, é obrigada, já que o visitante poderá visualizar em poucas salas a evolução dessa cultura, desde os primórdios pré-cristãos à época final de assimilação aos usos romanos. [+…] »

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