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Archive for lembranças

Vieiros, oito anos juntos

Continuando com efemérides, hoje tenho de lembrar os oito anos que levo como leitor assíduo de Vieiros, um meio de comunicação que precisamente hoje cumpre doze anos. Parabéns, Vieiros, e a seguir com o trabalho duro!

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Três anos, três

:: três anos, três Continuando com o dito o ano passado por esta data, desta volta já se cumprem três anos, três.

Realmente não sei o que dizer, somente que sou feliz. O lado negativo, que muitas vezes falta o tempo para se poder sentir essa sensação (maldita dinâmica da sociedade actual…).

Bom, sim, realmente sim sei de algo que quero dizer: χρονιά και χρονιά.

Literalmente, «anos e anos». Mais prosaicamente, «e por muitos anos».

Pois isso, que já vão três anos, três… e por muitos anos :^)

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Em favor de Yolanda Castaño e chamamento à auto-crítica

Parece que houve quem interpretou a minha defesa da liberdade para os Aduaneiros como um ataque a Yolanda Castaño. Nada mais longe da realidade.

A minha primeira leitura de uma obra da YC foi, se não lembro mal, com 16 anos, um poema solto recomendado nas aulas de literatura por Xavier Cordal. Pareceu-me, nesse momento, provocador mas também bem construído. A partir dessa data continuei com leituras esporádicas da obra da poetisa, e ainda mantenho essa convicção, ao tempo que penso que as suas primeiras criações eram de maior qualidade do que as actuais (só uma apreciação pessoal e profana).

Já em Compostela tive a oportunidade de falar com a YC pessoa, não o personagem, aquando a celebração das primeiras jornadas Clave Sónica. e a verdade é que para mim foi uma grata surpresa comprovar a enorme diferença que podia haver entre o frívolo personagem e a conscienciada pessoa. E precisamente por este motivo é que não acerto a perceber o porquê da atitude no caso dos Aduaneiros sem Fronteiras.

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15 anos sem Asimov (eu também)

Ignorava exactamente a emeféride do passamento do grande divulgador científico Isaac Asimov: foi o passado 6 de Abril (obrigado, Fer). Particularmente fico com o seguinte extracto:

Pode parecer umha parvada, falamos dum divulgador científico e um escritor de novelas de sci-fi, umha pessoa que nom conhecim na vida, mais quando naquela época pre-internet (e pre-instantaneidade do conhecimento) soubem da sua morte… chorei. E ainda hoje quando escrevo isto… choro.

Com certeza, as palavras do companheiro Fer posso fazê-las perfeitamente minhas, porque eu também fui um seguidor (seródio) da obra de Asimov. Ainda hoje guardo como tesouros dous volumes seus, das primeiras edições chegadas às Espanhas, intitulados El origen del universo (cito de memória, pois tenho-os na minha biblioteca caseira), volumes I e II. Também alguma novela em V.O. como Nemesis.

Curiosamente, o que primeiro conheci dele foram os cómics, por volta dos 7 anos (mercê a um tio meu bastante freak [e actualmente engenheiro de sistemas electrónicos]), lá polo ano 1991, escassamente um ano antes de ele morrer. Infelizmente, perdi-os numa inundação que mos deixou inservíveis (juntamente com outros clássicos do cómic estado-unidense).

Não soube mais sobre o Isaac Asimov e o seu trabalho (fora do apartado literário) até já ele ter falecido. Uma mágoa. Acho que poucos divulgadores tão interessantes, preparados e imaginativos teve a ciência contemporânea.

:: Isaac Asimov e José Afonso. . . . .
NOTA: alguém mais vê alguma semelhança entre o Isaac Asimov (esquerda) e o Zeca Afonso (direita)? Podem ser os óculos, mas procurai mais fotografias no Google e vereis… :-p

E já vão dous aninhos

:: dousE já vão dous aninhos.
Tal dia como é hoje em 2005. Tal dia como é hoje em 2006. Hoje, em 2007.
E já antes fora ou pudera ser.

Ou não fora porque não chegara a ser.
Mas já se estava aí desde bastante tempo antes.
Quem me ia dizer que isso serviria para algo mais do que para agarrar dores de cabeça.
Quem me ia dizer que aí encontraria o remédio para todos os males.
E já vão dous aninhos. E que venham muitos mais. Estamos de acordo?

Os três melhores atacantes dos ‘90

Penso que nunca fiz um post futeboleiro, e no caso de tê-los feito seguro que se contam com os dedos de uma só mão. E isso é curioso, porque a verdade é que gosto muito dos desportos, especialmente do futebol. Misturando a minha afeição desportiva com uma certa saudade dos anos nos que ainda via regularmente competições de futebol, deu-me por fazer este post com os que, para mim, foram os três melhores atacantes que viram os meus olhinhos na década de ‘90: Bebeto, Batistuta e Shevchenko.

Bebeto

Batistuta

Shevchenko

Três desportistas, três estilos. A habilidade e técnica do primeiro, a potência e tenacidade do segundo, e a polivalência e sagacidade do terceiro. Diferentes, mas com muitos pontos em comum: consumados goleadores, dextros mas com bom domínio da perna esquerda, hábeis nos golpes francos, oportunistas, técnicos e velozes. Para mim foram os melhores da passada década, mas estou disposto a variar de opinião se me achegardes sólidos argumentos :-D

ddooler

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